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Os Grupos - Prólogo

abril 14, 2015Amanda de Ishtar


E
m um mundo de mistérios e dúvidas acerca da origem dos seres humanos, uma dualidade entre o científico e o divino, muitas culturas e cientistas possuem respostas para a grande criação da humanidade e tudo que a cerca. De uma ótica evolucionista, os seus Darwinianos terão todos os argumentos para provar que o homem veio do macaco e após milhares de anos de mutações genéticas e seleções naturais, o Homo Sapiens Sapiens é o resultado que aproveitando 10% de sua capacidade cerebral na maioria da população, conseguiram meios invencionistas de sobreviver, procriar e povoar todo o globo terrestre (permeando a destruição natural é um mero detalhe).
Em contra partida, os religiosos - de cunho cristianista, pagão, africano e etc - terão explicações mais fantasiosas e mágicas de explicar como o surgimento não só do homem, mas de todo o Universo, simplesmente aconteceu, dando origem à toda a matéria orgânica e inorgânica que conhecemos.

Mas e se tudo isso não passasse de uma grande mentira? E se na verdade, vocês são apenas ratos de laboratório de seres mais evoluídos que, aleatoriamente escolheram um planeta com animais e condições naturais que sustentassem a existência dos seres que eles pretendiam estudar: vocês.

Já parou para pensar em como o homem muitas vezes sofre penalidades constantes por sua persistência em interferir no ecossistema? É como se tudo na Terra fosse perfeito em seu ciclo de morte e renascimento e que, vocês, estivessem interferindo negativamente neste ciclo: desmatando, acabando com espécies de animais inteiras, poluindo os mares e destruindo gradativamente com todos os recursos naturais que os mantém vivos.

É uma evolução burra, eu diria. Na santa ignorância de crescer e se provar, o homem constrói e destrói sem precedentes e depois, em uma falha tentativa de se redimir, tenta criar meios para se restabelecer àquilo que sua ambição destruiu.

Se não fossem os humanos, a vida na Terra seria perfeita. Os animais estariam em sua cadeia alimentar - um ciclo sem fim - e a natureza se encarregaria de preservar a vida na Terra, em 4 estações perfeitas, garantindo que cada canto deste planeta, os habitats certos se manteriam em sua plena e majestosa função: prover o ambiente, comida e temperatura adequados, para os animais que ali vivem.

Vocês, seres humanos dotados de toda esta capacidade cognitiva, são aquele apêndice. Aquele câncer que foi inserido ali, por pura experiência laboratorial, como aquela pedra que se coloca na trilha das formigas, atrapalhando todo o esquema.
Já imaginou que muitos de vocês, podem ter vindo de uma mesma matriz, fabricados e inseridos em diversos planetas com condições distintas, cada um evoluindo a sua maneira e se modelando fisicamente através de sucessivas mutações, como uma brincadeira superior de esperar e ver qual grupo, em qual planeta e em qual galáxia, se adaptaria e evoluiria melhor?

Independente do que dizem os seus renegados ufólogos e àqueles que se dedicaram em achar uma explicação lógica para a vida extraterrestre, todas as figuras e representações desses seres, sempre partem do pressuposto de que possuem uma estrutura bípede muito similar à de vocês.
Imagens verídicas de pessoas que juraram ter fotografado seres de outros planetas, já mostraram à vocês que isso se prova verdadeiro.
Claro, todos vieram de um mesmo matiz. Uma origem singular. Uma composição bioquímica genuína. O gênese. E a partir daí, cada Grupo (vou assim os nomear), fez a sua base molecular focada em um composto químico específico, tirado do planeta onde foi inserido - no caso do Grupo Homo (vocês), em compostos de carbono.
E como um presente, esses Grupos levaram consigo o legado da transmutação individual e atemporal, que para os Homos, ficou naquilo que os conduz a geração da vida, o cordão umbilical; com células capazes de se transformar em qualquer órgão do corpo, desde que seja estritamente necessário - embora os Homos ainda não dominarem esta técnica com maestria.

Mas o sistema de experimentação está chegando ao fim. Muitos Grupos estão acabando com os planetas nos quais foram inseridos e os Grandes (seus criadores) já estão maquinando formas de removê-los para restaurarem a vida nestes planetas e recomeçarem seus estudos com outros Grupos.

No meio disto tudo, existem os Caminhantes ou Peregrinos. Uma sociedade distinta dentro do mundo dos Grandes, que não concorda com essas experimentações e entendem que os Grupos, se transformaram em seres divinos tanto quanto eles - mesmo na sua ignorância - e merecem respeito, além do direito de viver onde estão, independente se foram criados pelos Grandes e manipulados por eles todo este tempo.

Agora a guerra está travada e é possível que os Caminhantes queiram se materializar em algumas sociedades onde eles secretamente já vem tentado fazer isso, para mostrar aos Grupos que eles possuem uma força mágica que ainda desconhecem, ou conhecem pouquíssimo na forma de Dons (clarividência, cura, manipulação de energia e afins) e que com este poder - uma singela fatia dos Grandes - eles podem lutar pelo direito de permanência nos planetas onde foram inseridos e reverter todo o mal que já causaram.

Neste Universo e após ele, existem coisas muito além do que qualquer ser, em qualquer planeta ou em qualquer galáxia, poderia imaginar. E eu, um mero Peregrino que acompanhou tudo isto de perto, os escrevo esta história reveladora que quero compartilhar em todos os mundos.

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